A cozinha maravilhosa do FAFITA voltou!!!
Hoje é dia de ensinar uma receita super rápida, nutritiva, saborosa e indispensável, afinal de contas niguém deve negar um pão com ovo e um copo d'água.
Ingredientes:
1 ovo (unidade e apenas uma)
1 pão carioquinha/francês...
1 pouquinho de manteiga
sal a gosto (eu tô dispensando o sal)
Modo de preparo:
Derreta a manteiga na frigideira e quebre o ovo dentro da frigideira.
CUIDADO! Não deixe nenhum pedacinho da casca cair na frigideira, vai ser ruim de tirar e é pior ainda mastigar esse pedaço de casca.
Quando o ovo estiver lá dentro decida se vai ser mexido, estrelado ou estalado. Já procurei no Google e pode ser qualquer um deles, estrelado ou estalado.
Eu sempre faço mexido, então, mexa! :D
Dai pra frente quem manda é o gosto do freguês. Alguns querem mais cru, outros preferem mais torrado, quando é estrelado querem com gema mole, outros com ela dura.
Quando a parada estiver no seu gosto, desligue o fogo e pegue o pão.
Com uma faca de serrinha (crianças, peçam ajuda do papai ou da mamãe) faça um corte longitudinal na lateral do pão e abra-o.
Depois coloque todo o ovo dentro, feche o pão e pronto!
Bom apetite.
EXTRAS!!!!
Como eu não quero abusar da manteiga, eu não passo ela no pão, mas tem quem passe. Eu coloco uma fatia de muçarela (O Google e o Aurélio concordam com essa grafia) e pronto. Fica mais gostoso.
LENDAS SOBRE O OVO:
Antigamente o ovo era "vilão" no prato do brasileiro, hoje em dia ele já é considerado uma ótima fonte de proteína sendo até indicado por nutricionistas. Essa "fama" atual do ovo já fez com o Jornal Hoje ensinasse 3 receitas diferentes de ovo: cozido, frito e outro que eu esquecido o nome, mas é um que é quase cru. Mesmo sendo bastante indicado atualmente, é bom evitar de comer muita GEMA, acho que por isso que eu sempre ouvi do meu Pai e da minha Mãe que a gente só podia COMER UM OVO por dia. Dizem que na gema tem COLESTEROL e isso mata.
Esse lance de comer um ovo por dia deve ter nascido na mesma mente da criatura que disse que não podia comer manga e beber leite. Mesmo assim, eu sempre segui o que Papai e Mamãe me diziam: UM OVO POR DIA.
Vejam o vídeo do preparo do meu pão com ovo e digam se eu desobedeci!
Se não rolar o vídeo, aqui tá o link -- > http://www.youtube.com/watch?v=RX1j55SD6kQ
A maior de todas as lendas sobre o ovo é aquela clássica: Quem veio primeiro? A galinha ou o ovo? É difícil alguém conseguir provar isso matematicamente, mas, no caso desse ovo aí do vídeo, a galinha veio primeiro e a bichinha SOFREU! Se ela fosse uma mulher e não uma galinha, certamente teria que fazer o lance lá no Períneo.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Feliz dia dos avós pra quem for...
Hoje é dia dos avós! Quero parabenizar todos que já são e, em especial, os meus que são: Manel, Divinha, Vovô Filho e Vanda.
No meu post passado eu falei das casas que eu morei. Uma delas foi a casa da Vovó Vanda e como eu falei pouco da casa dela no post passado, vou falar agora neste.
Casa de vó todo mundo sabe como é. Pode tudo! Vovô filho e Vovó Vanda sempre levaram isso ao pé da letra, a casa deles tinha tudo e era tudo, senão, vejamos:
Zoológico
Pombos, Zuza, Zumira, macacos, jacaré, cobra, alguns diziam que tinha onça, mas eu não vi. Isso sem contar os animais domésticos: Shanaru, Meia-noite e Juma, eram alguns dos gatos. Os cachorros eram: Quengueiro (Rex), Rapa-Tacho, E.T, Tieta e outros mais. Ainda tinha um monte de gaiola com vários passarinhos.
Museu
Meu avô tinha coleção de coleções! Relógios, armas, carro, moedas, selos e cédulas, tudo espalhado pelas paredes da casa. Para onde a gente olhava tinha "história". Era legal ir na estante onde ficavam algumas moedas, na parede da garagem. Nessa estante as moedas eram separadas por ano em vidros com um pouco de gasolina dentro para conservá-las melhor. Todo mundo que lá chegava, procurava o vidro com o seu ano, abria-o, olhava as moedas daquele tempo e aproveitava o odor da gasolina (quem não gosta de um cheirinho de gasolina.. :P ). Não dá para esquecer de uma das peças mais famosas do "Museu", o "rabo de baleia" , que não era rabo, na verdade aquilo lá é a escápula da baleia, joguem no google que vocês vão ver o que é.
Jardim
Tinha um monte de árvores. O flamboyant (confesso que procurei no "google" a maneira correta da grafia desta palavra) era bem na frente da casa e tinha uma engrenagem de motor de navio fincada na sua raiz que parecia um "TIMÃO" de navio, mas não era. Nessa mesma árvore tinha uma orquídea bem bonita. A famosa siriguela também fazia parte do jardim. Azevêdo que é Azevêdo tem que comer folha de siriguela!! Lá também tinha mangueira, parreira, goiabeira, pé de jambo, grama e mato.
Hospício
Alguns loucos frequentavam o local: Eu, meu irmão, Seu Antônio, Jacaré e a rainha Maria. Nas festas de fim de ano outros frequentadores loucos apareciam em maior quantidade, mas é melhor não citar nomes, os que estão aí já representam bem. :P
Escola
Que atire a primeira pedra aquele neto de Dona Vanda que jamais teve o auxílio dela nos estudos. Mesmo sabendo que vou levar algumas "pedradas", eu só lamento dos que não tiveram essa oportunidade. Ela me ajudou a fazer um texto genial sobre um elefante que invadia o Show da Xuxa. Pena que eu não lembro dele na íntegra! :D
Restaurante
Buchada, sarrabulho, jaca mole, sopa de feijão, coca diet. Meu avô dava o maior valor a isso tudo, não sei bem se a coca diet era da sua preferência, mas que lá tinha muitas, tinha. Desse cardápio eu só lembro de ter comido a sopa de feijão, mas lá também tinha todo tipo de "porcaria" que criança gosta: amendoim da feira da prata, biscoito, salgadinhos, algodão doce, quebra queixo e por aí vai.
Parque de diversões
Lá havia uns ferros que contornavam a entrada da garagem pela lateral e por cima, como se fosse uma estrutura de uma cobertura. Era massa demais! Todo neto, e certamente algum dos filhos desse casal em questão, já se pendurou nesses ferros. Nesse "parque", o brinquedo que funcionava legal também era o "trem fantasma"! Todo mundo tinha uma história de assombração para contar, seja um macaco gigante correndo no corredor, seja um espírito deitado no sofá ou ainda um duende dormindo em um dos sapatos de ferro que faziam parte do "museu"anteriormente descrito.
Distribuidora
Diariamente mais de 100 pães eram comprados por vovô. Obviamente que nem todos os pães ficavam lá, a grande maioria ia pra casa dos filhos de Vanda e Zé Francisco. O "delivery" era feito no Chevettão azul. Nas festas juninas o vovô entupia o porta malas do seu Chevettão com todas as variedades de fogos de artifício e chegava em casa para distribuir tudo com a gurizada que ficava só na espectativa.
Pensão
A casa era grande mas só tinham 2 quartos. Essa divisão era bem estranha pois um dos quartos tinha 2 banheiros e um dos banheiros era verde, tanto o a telha, que era "transverde", quanto os azuleijos deixando o banheiro completamente VERDE. Mesmo tendo poucos quartos morava um monte de gente lá. O quarto de dois banheiros era de vovô e vovó, o outro eu não lembro de quem era oficialmente, mas alguém dormia lá. Tinha um quarto no terraço, do lado de fora de casa, e nesse quarto eu já morei! Tinha ainda uma casa lá pra trás do terreno, onde morava Tio Badú e sua famíla e, embaixo da casa dele, ainda morou Tio Fernando, que era irmão da minha avó. Ele era um velhinho simpático que mexia com eletrônicos e jogava na sena (não existia MEGA SENA ainda).
Essa casa era legal demais! Foi massa ter tido a oportunidade de aproveitá-la o suficiente para poder, pelo menos, escrever isso aqui. Como alguns já sabem, e quem não sabe pode ler aqui no Blog,eu tenho uma certa sorte em promoções. Mas se eu ganhasse na mega sena a primeira coisa que eu faria era comprar essa casa para restaurá-la identicamente como ela está nas minhas lembranças, excluindo os bichos enjaulados! :D
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Aproveito para dedicar esse Post para o pai de dois grandes AMIGOS meus: Júlio e Pyerre que infelizmente nos deixou semana passada. Seu Heitor teve a sorte de ser avô e aproveitou ao máximo seus 3 netos. Conheci Seu Heitor em 1994, ele me ensinou que "Graça", quando perguntado: "Qual a sua graça?", significa: Qual o seu nome. Ele me ensinou também que "O Brasil vai lançar foguete, assim como Cuba também vai lançar..." :D Tenho certeza de que onde quer que ele esteja e quem quer que esteja ao seu lado estará sorrindo.
No meu post passado eu falei das casas que eu morei. Uma delas foi a casa da Vovó Vanda e como eu falei pouco da casa dela no post passado, vou falar agora neste.
Casa de vó todo mundo sabe como é. Pode tudo! Vovô filho e Vovó Vanda sempre levaram isso ao pé da letra, a casa deles tinha tudo e era tudo, senão, vejamos:
Zoológico
Pombos, Zuza, Zumira, macacos, jacaré, cobra, alguns diziam que tinha onça, mas eu não vi. Isso sem contar os animais domésticos: Shanaru, Meia-noite e Juma, eram alguns dos gatos. Os cachorros eram: Quengueiro (Rex), Rapa-Tacho, E.T, Tieta e outros mais. Ainda tinha um monte de gaiola com vários passarinhos.
Museu
Meu avô tinha coleção de coleções! Relógios, armas, carro, moedas, selos e cédulas, tudo espalhado pelas paredes da casa. Para onde a gente olhava tinha "história". Era legal ir na estante onde ficavam algumas moedas, na parede da garagem. Nessa estante as moedas eram separadas por ano em vidros com um pouco de gasolina dentro para conservá-las melhor. Todo mundo que lá chegava, procurava o vidro com o seu ano, abria-o, olhava as moedas daquele tempo e aproveitava o odor da gasolina (quem não gosta de um cheirinho de gasolina.. :P ). Não dá para esquecer de uma das peças mais famosas do "Museu", o "rabo de baleia" , que não era rabo, na verdade aquilo lá é a escápula da baleia, joguem no google que vocês vão ver o que é.
Jardim
Tinha um monte de árvores. O flamboyant (confesso que procurei no "google" a maneira correta da grafia desta palavra) era bem na frente da casa e tinha uma engrenagem de motor de navio fincada na sua raiz que parecia um "TIMÃO" de navio, mas não era. Nessa mesma árvore tinha uma orquídea bem bonita. A famosa siriguela também fazia parte do jardim. Azevêdo que é Azevêdo tem que comer folha de siriguela!! Lá também tinha mangueira, parreira, goiabeira, pé de jambo, grama e mato.
Hospício
Alguns loucos frequentavam o local: Eu, meu irmão, Seu Antônio, Jacaré e a rainha Maria. Nas festas de fim de ano outros frequentadores loucos apareciam em maior quantidade, mas é melhor não citar nomes, os que estão aí já representam bem. :P
Escola
Que atire a primeira pedra aquele neto de Dona Vanda que jamais teve o auxílio dela nos estudos. Mesmo sabendo que vou levar algumas "pedradas", eu só lamento dos que não tiveram essa oportunidade. Ela me ajudou a fazer um texto genial sobre um elefante que invadia o Show da Xuxa. Pena que eu não lembro dele na íntegra! :D
Restaurante
Buchada, sarrabulho, jaca mole, sopa de feijão, coca diet. Meu avô dava o maior valor a isso tudo, não sei bem se a coca diet era da sua preferência, mas que lá tinha muitas, tinha. Desse cardápio eu só lembro de ter comido a sopa de feijão, mas lá também tinha todo tipo de "porcaria" que criança gosta: amendoim da feira da prata, biscoito, salgadinhos, algodão doce, quebra queixo e por aí vai.
Parque de diversões
Lá havia uns ferros que contornavam a entrada da garagem pela lateral e por cima, como se fosse uma estrutura de uma cobertura. Era massa demais! Todo neto, e certamente algum dos filhos desse casal em questão, já se pendurou nesses ferros. Nesse "parque", o brinquedo que funcionava legal também era o "trem fantasma"! Todo mundo tinha uma história de assombração para contar, seja um macaco gigante correndo no corredor, seja um espírito deitado no sofá ou ainda um duende dormindo em um dos sapatos de ferro que faziam parte do "museu"anteriormente descrito.
Distribuidora
Diariamente mais de 100 pães eram comprados por vovô. Obviamente que nem todos os pães ficavam lá, a grande maioria ia pra casa dos filhos de Vanda e Zé Francisco. O "delivery" era feito no Chevettão azul. Nas festas juninas o vovô entupia o porta malas do seu Chevettão com todas as variedades de fogos de artifício e chegava em casa para distribuir tudo com a gurizada que ficava só na espectativa.
Pensão
A casa era grande mas só tinham 2 quartos. Essa divisão era bem estranha pois um dos quartos tinha 2 banheiros e um dos banheiros era verde, tanto o a telha, que era "transverde", quanto os azuleijos deixando o banheiro completamente VERDE. Mesmo tendo poucos quartos morava um monte de gente lá. O quarto de dois banheiros era de vovô e vovó, o outro eu não lembro de quem era oficialmente, mas alguém dormia lá. Tinha um quarto no terraço, do lado de fora de casa, e nesse quarto eu já morei! Tinha ainda uma casa lá pra trás do terreno, onde morava Tio Badú e sua famíla e, embaixo da casa dele, ainda morou Tio Fernando, que era irmão da minha avó. Ele era um velhinho simpático que mexia com eletrônicos e jogava na sena (não existia MEGA SENA ainda).
Essa casa era legal demais! Foi massa ter tido a oportunidade de aproveitá-la o suficiente para poder, pelo menos, escrever isso aqui. Como alguns já sabem, e quem não sabe pode ler aqui no Blog,eu tenho uma certa sorte em promoções. Mas se eu ganhasse na mega sena a primeira coisa que eu faria era comprar essa casa para restaurá-la identicamente como ela está nas minhas lembranças, excluindo os bichos enjaulados! :D
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Aproveito para dedicar esse Post para o pai de dois grandes AMIGOS meus: Júlio e Pyerre que infelizmente nos deixou semana passada. Seu Heitor teve a sorte de ser avô e aproveitou ao máximo seus 3 netos. Conheci Seu Heitor em 1994, ele me ensinou que "Graça", quando perguntado: "Qual a sua graça?", significa: Qual o seu nome. Ele me ensinou também que "O Brasil vai lançar foguete, assim como Cuba também vai lançar..." :D Tenho certeza de que onde quer que ele esteja e quem quer que esteja ao seu lado estará sorrindo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia do(s) Amigo(s)
Eu tinha um texto pra colocar aqui, mas vai ficar pro próximo ano!
Vou me limitar a parabenizar os meus amigos.
Os que são sabe que são!
Então, sintam-se parabenizados.
Ouçam essa música aí que eu ela descreve bem o que EU tento fazer...
LINK DO VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=JMztrL5tFwg
Vou me limitar a parabenizar os meus amigos.
Os que são sabe que são!
Então, sintam-se parabenizados.
Ouçam essa música aí que eu ela descreve bem o que EU tento fazer...
LINK DO VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=JMztrL5tFwg
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Nomadismo por questão de necessidade,,,

Eu já morei em um monte de casas em outro monte de cantos!
As aulas de história ficavam bem mais fáceis quando eu relacionava o assunto "Nômades" com a minha vida. Eu já devo ter morado em mais de 10 casas, fácil fácil e, na sequência, vou tentar lembrar do maior número possível, umas com mais detalhes do que outras, claro. Então vamos lá...
Aaaah... a sequência segue a minha ordem cronológica. Eu posso e , certamente, vou me enganar pois foram várias idas e vindas, várias casas e 3 cidades.
A primeira casa que todo mundo mora é sempre igual pra todos. Pouco importa se você é branco, preto, pobre, rico, adotado, emprestado, alugado ou vendido. TODO MUNDO morou na barriga da mãe! Lá deve ser bom, eu não lembro, mas deve ser sim. Pouca coisa que vem de mãe é ruim - alguns remédios são bem amargos, é verdade, mas na realidade são bons por que servem pra trazer o bem. Enfim, todos nós já moramos numa casa redonda onde a gente ficava de cabeça para baixo - na maioria das vezes-, comendo, cagando e mijando (ou defecando e urinando), pelo mesmo canto (parece nojento, mas não é!). Às vezes tem uma diferença aqui, outra ali, às vezes uns ficam atravessados, outros sentados, às vezes são gêmeos, tri, tetra... Essa casa era bem bacana!
UMA
Depois de ser “despejado” da casa anterior, afinal de contas, 9 meses sem pagar aluguel é foda, eu fui morar numa casa que eu não lembro de absolutamente NADA! Sei que era em Bodocongó. Antes que pensem e digam: "que porra é essa!?" , adianto-lhes que BODOCONGÓ é um bairro da cidade de Campina Grande - PB que comporta muitas das casa que eu já morei além dessa “segunda”. Lembrando que a primeira foi o bucho da genitora. A contagem é só dos lugares feitos de cimento e tijolo.
DUAS
Não sei o real motivo de ter saído dessa segunda, que na realidade foi a primeira, sei que saímos e fomos para outra no mesmo bairro... sim, sim, BO-DO-CON-GÓ!!!! Dessa casa eu lembro pouco, lembro de algumas coisas depois que vejo umas fotos. Mas essas casas não têm muita coisa de interessante pra falar, além do nome do bairro, não que eu lembre.
TRÊS
Depois dessa onda de "ós", saimos da Paraíba e fomos ao Ceará! Aqui, até onde eu me lembro, moramos no Bairro das Goibeiras. No início da década de 80 era um bairro tranquilo, tanto que o muro lá de casa era baixo e só morávamos agora eu (3 anos), meu irmao (4 anos) e minha mãe (poucos anos). Nas goiabeiras, passamos por duas casas, eu não lembro bem da seqüência, mas lembro das casas. Uma tinha buracos "ornamentais" na parede da varanda, outra tinha um galinheiro, pelo menos é assim que eu acho. Esse galinheiro era massa, eu catava os ovos das galinhas com o meu irmão pra jogar na janela do vizinho! Certa vez, depois de não ver mais graça em jogar ovos nos vizinhos, decidimos, sem consultar a minha mãe, desmontar o galinheiro pra fazer um navio, sim um NAVIO, pra tentar sair por aí pelo Atlântico. Não deu certo!
Ainda nessas casas, eu brinquei no mar com meu pai, que me deu uma câmara de ar de caminhão; montei ferrorama que não saía fumaça, mas meu pai fez com que saísse... E também conheci lá a morte. Numa dessas casas a gente criava uma coelha, o nome dela era Maricota. Certo dia foi atacada por Tubarão e, obviamente, Maricota não aguentou, morreu e eu fui apresentado à Morte.
NOTAS ESCLARECEDORAS: 1) Hoje em dia, o bairro GOIABEIRAS é dos mais perigosos de Fortaleza! Não indico! :P 2) Tubarão era o nome do cachorro do vigia da rua.
QUATRO
Daqui fomos para Campina Grande outra vez. Aqui eu posso começar uma pequena confusão sequencial. Sei que na volta à Paraíba eu morei no Bairro das Nações numa casa bem massa. Tinha piscina, tinha um terrenão na frente que a gente (eu, meu irmão e alguns vizinhos), brincava. Lembro uma vez que um coelho - que nao era a Maricota -, entrou embaixo do carro da minha mãe, que ficava do lado de fora da casa, e eu fui tentar tirar o coelho de lá. Pobre de mim!! Tinha um formigueiro embaixo do carro e as formigas me atacaram!!! Era noite e só lembro de sair correndo pra piscina. Matei TODAS elas afogadas! eheheheh Mas fiquei todo marcado pelas mordidas daquelas formigas...
CINCO
Depois fui para o bairro da Prata. Nesse bairro morei mais de uma vez, por isso devo fazer algumas confusões com acontecimentos, mas garanto que tudo deste parágrafo foi na mesma casa. Aqui era legal porque era na rua do colégio, dava pra ir andando e sozinho. Sem vizinhos da nossa idade, o jeito era se virar só com o meu irmão. Essa foi a época de brincar na Feira da Prata, baladeira, pião, Fidel, queda violenta de um muro (o muro que caiu), brincar de “pedinte”, brincar no lixo, andar de bike, levar paulada na cabeça, isso, PAULADA! Alguns não sabem, mas eu tenho uma irmã mais nova. Ela mal começou a andar e já pegou um cabo de vassoura e desceu na minha cabeça. Acreditem, ela achou isso tudo normal! Coisa do estilo Tom e Jerry.
SEIS
Depois de sair do bairro da Prata, eu vim morar na rua que eu moro hoje! Mas calma, pelos meus cálculos o post ainda nem chegou na metade e, obviamente, ainda tem muuuuuuita casa pra aparecer! Sei que nesta casa, que ainda resiste aqui na rua, foi um tempo bem massa! Lá, andei de skate, fiz estrelinha ninja com tampinha de garrafa, colecionei os copos do Trapalhões (da Pepsi), criamos uma gata e meu irmão quebrou o braço. Ainda bem que ele quebrou o braço! Digo isso por que a idéia inicial dele era se pendurar no fio de alta tensão! Ele saltou do muro em direção ao fio, não alcançou e POW, papocou o rádio!
SETE
Depois dessa casa do parágrafo anterior, fomos para um apartamento. Era a primeira experiência nesse tipo de moradia. Fui morar no prédio chamado Plínio Câmara, na rua Plínio Câmara. O meu apartamento era em cima do apartamento do minha tia. Essa época foi massa!!! Rolou choque em calango vivo, fogo em rato vivo, nós em antenas de carro, tiros de espingarda de chumbo, perturbações contra uma maluca que morava no térreo e acho que tá bom! :P Aaaah,,, um dado importante! Aqui passei a primeira Copa do Mundo que me vem em mente, a de 1990. Conheci Canniggia e Maradona da pior maneira possível...
OITO
Quando saímos desse apartamento, fomos para outro, agora mais longe, beeeem mais longe! A parada agora era em Recife. O novo apartamento era massa! Tinha mais vizinhos, menos loucos, e mais regras. Mas foi legal! Aqui catávamos bolas de golfe, aprendemos a fazer bomba d’água, jogar bila de um jeito completamente diferente do que estávamos acostumandos e conhecemos o melhor brinquedo "infantil" que já inventaram: LEGO! Como esse post é sobre "CASAS", não cabe falar sobre outras coisas que essa passagem pela Iputinga, nome do bairro em Recife, nos proporcionaram, mas foram muitas coisas....Aqui o prédio chamava Búzios.
NOVE
Daqui, eu e meu irmão fomos para onde? onde? Dica: "ó"!
Iiiiiisso!!! BODOCONGÓ!!!! Agora era outro apartamento! Show de bola, muitos vizinhos, muitos mesmo! Pra vocês terem uma noção, o bloco do apartamento do meu pai era o "E" e lá tinha do A ou Z, sem brincadeira! Aqui teve pipa, bila, "futiba", aventuras na "selva" e no rio de lixo - o rio de lixo era massa-, pára-quedas de saco... Aqui a gente fazia fogueira de São João direto, até quando não era São João! Carona na carroça do lixo era comum e pegar bigú no ônibus, idem! Aqui, nesse condomínio, moravam Hiroshima e Nagasaki. Não, não era o meu apelido e do meu irmão! Era o nome de duas meninas que moravam no bloco H, se não me engano.
DEZ
Depois do condomínio do alfabeto, fomos para o Conjunto dos Professores! É um bairro vizinho ao Bodocongó. Aqui era casa, teve vizinho demais e foi o tempo de jogar "betis", fazer casa na árvore, soltar pipa com cerol, jogar bila de aço, jogar bomba de São João na casa dos vizinhos, correr de ladrão. Além de Bodocongó, esse outro bairro fazia fronteira com uma favela, a favela do Pedregal, por isso,a gente sofria: carreiras, pequenos furtos e às vezes assaltos. Aqui rolou a Copa do Mundo de 1994 e eu conheci Baggio da melhor maneira possível :D !
ONZE
Fortaleza de volta!!!! Agora a casa é na Nunes Valente. Tem piscina, árvore, jardim que rola um futebol e pronto. Aqui não tinha vizinhos, mas a piscina compesava! Logo logo apareceu uma mesa de ping-pong e completou. Nesta casa rolou "laboratório" de ciência, ossadas de ratos, esqueleto de gato (levem tudo na literalidade), subidas no telhado e, nessa casa, em 1 de maio de 1994, vi o acidente da fórmula 1 que resultou na morte do Senna!
DOZE
Poucos anos depois: apartamento outra vez!!! Agora fomos para o "Segredo de Fátima". Morei no "Vermelho" por um tempo. Lá era massa por que era perto do GEO, dava pra ir andando. Dava pra “brincar” nos corredores na hora do banho dos vizinhos e quando a gente descia pra jogar bola, sempre rolava o grito: "Seu Antooooonio, a luuuuuz!!!"
TREZE
Do Irmão Lúcia, minha mãe e meu irmão foram pra um apartamento tão fuleragem que nessa época eu dormia mais na casa da minha avó do que naquele "cubículo" repleto de muriçoca e pouco espaço. Era horrível, dois quartos, UM banheiro com porta reversível, longe de tudo, perto de uma favela e de um esgoto gigante.
QUATORZE
Depois daquele "antro", fomos para Gal. Silva Júnior. Era pertinho do Geo e da vovó e ainda dava pra ir andando pra aula. Nessa casa, que era bem perto de onde eu moro hoje e no mesmo quarteirão da casa onde eu morei antes, fomos roubados em uma Semana Santa e levaram tudo. Com certeza o ladrão levou as coisas daqui num caminhão! Quando a gente chegou em casa, no domingo da Paixão, a geladeira estava na sala, não tinha mais TV, som, video-cassete, nada! Pra completar, ainda CAGARAM bem no meio da sala e limparam a bunda na rede que ficava na varanda (podem rir que essa parte é engraçada). Por conta disso, cachorros entraram na nossa vida. Black, Cumbe, Bruce, e outros que não latiam nem mordiam, mas às vezes perdiam dentes...Nessa casa repeti a sétima série!
QUINZE
Saindo da Gal. Silva Júnior, foi a vez da Pe. Leopoldo Fernandes nos receber outra vez! Agora morávamos na esquina. Era uma casa legal mas era velha! Batia-se pregos com a mão e a parede aceitava. Aqui, finalmente, deixei de dividir o quarto com o meu irmão! O Black morreu, a Lua chegou e aqui ficamos um bom tempo! Não necessariamente um tempo bom, mas não foi dos piores! Aqui rolou a Copa de 98, fui apresentado ao Sr. Zinedine Zidanne....Aqui também rolou a copa de 2002 e o R9 fez umas das últimas boas partidas da sua vida.
DEZESSEIS
Saímos da esquina! Minha mãe mudou de cidade e eu e o meu irmão continuamos na mesma rua. Agora moro na casa dos meus avós maternos! Não necessariamente na mesma casa, mas no mesmo terreno! Já estamos lá tem um bom tempo, acho que 7 anos...Aqui rolou a copa de 2006 onde o R9 entrou pra história com 15 gols nas Copas, mas também cagou o pau no geral. Eu já conhecia o Zidane e confirmei que ele joga muito, mas às vezes perde a cabeça e a Copa também. A Copa de 2010 foi nessa casa também. Dessa vez a Holanda deixou o Dunga bem zangado. Muito em breve devo mudar de ares, aguardem por novidades...
OBSERVAÇÕES FINAIS:
Eu lembro de ter passado uma temporada na casa dos meu avós de Campina Grande - paternos-, também, lá era muuuuuito massa!! A casa deles era enorme e cheia de coisas pra fazer. A gente morava num quarto do terraço.
Como eu sempre passava férias com o meu pai, essa passagem pela casa da minha avó pode ter sido num período de férias, mas vale ressaltar que eu passei esse tempo lá também!
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A melhor maneira de tentar ilustrar esse post foi eu mesmo desenhando umas coisas. O desenho ficou no início. Voltem e vejam como eu me garanto desenhando...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Poeta?
Não sou dos melhores poetas. Nem poeta eu sou!
Mas sempre que vem alguma coisa em mente eu tento escrever pra não perder.
Geralmente só vem besteira, mas eu guardo de qualquer maneira.
Vou escrever um poema agora que eu tenho certeza que muitas pessoas terão nojo na hora!
Mas não levem a mal, é tudo reação natural!
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(Pequena Fina)
A "feze" quando soa como a urina
Quando bate na água da latrina
Tem consistênicia daquilo que escorre da narina
E que a criança nem liga
Escorreu, passa a língua!
Mas sempre que vem alguma coisa em mente eu tento escrever pra não perder.
Geralmente só vem besteira, mas eu guardo de qualquer maneira.
Vou escrever um poema agora que eu tenho certeza que muitas pessoas terão nojo na hora!
Mas não levem a mal, é tudo reação natural!
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(Pequena Fina)
A "feze" quando soa como a urina
Quando bate na água da latrina
Tem consistênicia daquilo que escorre da narina
E que a criança nem liga
Escorreu, passa a língua!
sábado, 21 de maio de 2011
Vai começar o Campeonato Brasileiro 2011.

Com o início do Campeonato Brasileiro de 2011 resolvi postar um texto sobre futebol que eu escrevi há alguns dias.
EU NÃO GOSTO DE QUEM NÃO GOSTA DE MISTOS!
Antes de qualquer coisa, quero avisar que o título desse post não tem relação alguma com o sanduíche feito com pão, queijo e presunto. O assunto aqui é futebol!!!!
"Misto" é um termo usado, entre alguns torcedores, para taxar uma pessoa que torce por um time, geralmente pequeno, do seu estado, e também torce por outro, geralmente um time maior e com mais visibilidade na mídia.
No meu caso eu nasci respirando TREZE Futebol Clube. Sou trezeano (ponto). Mas não é tão simples assim! Nos tempos de criança passamos por situações bastante complicadas. No meu caso, que já tive um período de "nômade", eu "sofria" com os coleguinhas que sempre perguntavam na escola (e foram muuuuuitas escolas): "Pra que time você torce?" Imagine você explicar, com 9, 10 anos, que torce para um time da Paraíba e chamado TREZE?! Naquele tempo não tinha Tv a cabo em todo canto, muito menos internet!! Resultado: para evitar essa lenga lenga de explicações, eu precisava escolher algum time "grande". Foi o que eu fiz!
Sempre acompanhei esportes de modo geral. Mas o futebol é diferente! Futebol, no Brasil, é do jeito que todo mundo já sabe como é. Meu pai é louco por futebol e eu já passei várias madrugadas com ele assistindo a jogos seja lá qual fosse. Se era futebol, parávamos no canal. Numa dessas "zapiadas" de canal, numa dessas magrudas, lá estava: "Não percam!! São Paulo x Barcelona, a grande final do Campeonato Mundial Interclubes, só aqui, na BAND!" Meu pai me explicou um pouco sobre a "história" desse jogo e na outra madrugada estávamos lá, acompanhando o jogo, torcendo e curtindo a insônia. São Paulo CAMPEÃO MUNDO!
Não haveria atrativo melhor que aquele. Dali pra frente, quem perguntasse pra que time eu torcia, a resposta seria: São Paulo. Obviamente que o 13 nunca foi e jamais será esquecido! Que isso fique bem claro! Mas ali eu passei a torcer (gostar) do São Paulo! Daqui pra frente as coisas facilitaram bastante pra mim! Todo mundo conhecia o São Paulo, muitos colegas meus torciam São Paulo e, pra completar, no ano seguinte: São Paulo BICAMPEÃO MUNDIAL.
Longos tempos sendo torcedor do TREZE e São Paulo e até que em Fortaleza, onde moro desde 1994, fui "forçado" a escolher um time local. Dessa vez foi fácil! Se o TREZE é o meu time do CORAÇÃO, vou torcer pro time preto e branco do estado do Ceará. Sendo assim, passei bons tempos sendo mais que misto pois sempre teve o 13, o São Paulo e agora Ceará. E ainda teve uma época de Fluminense. Eu já nem era mais misto. Já teve época que eu era quase um Big Mag de times!
O tempo passa, o tempo voa... De pouco tempo pra cá o Fluminense andou dando uns vacilos, no meu ponto de vista foram vacilos éticos-regionais imperdoáveis. FOI-SE o Fluminense. O tempo continua passando e os alvinegros estão conseguindo expulsar o São Paulo da minha vida. Já não dou tanta atenção ao tricolor paulista, já não acompanho mais como antes, já não tenho sentimento algum quando ele perde (O São Paulo acabou de ser eliminado da Copa do Brasil 2011 pelo Avaí e eu só vi o segundo tempo). Antigamente eu vestia camisa, fazia pipoca e cantava o hino.
Não sou contra mistos! Moramos num país livre, podemos torcer pra qualquer time! Conheço um cara que já torceu pra Argentina mas já voltou atrás e hoje não faz mais isso! Vamos torcer pra quem a gente quiser! Pra quantos times acharmos necessário. A única coisa nessa história toda que eu não gosto e que eu não apoio, é gente que torce, como eu por exemplo, para Treze e São Paulo e consegue torcer CONTRA o seu real time do coração simplesmente porque a sua "segunda"opção certamente vai ganhar. Esse tipo de torcedor não perde nunca! :D .
No inicio do ano o 13 jogou contra o São Paulo, que MORRA o São Paulo! Mas não morreu, venceu. 3 a zero e eliminou o GALO de cara. E eu com isso? NADA! O que era do São Paulo estava guardado, e ele encontrou: Avaí despachou o tricolor paulista da Copa do Brasil. Quando o 13 jogar contra o Ceará, quero que o Ceará se laaaaaaaasque!
Hoje posso afirmar: TENHO DOIS TIMES! Ter dois times não é como ter dois filhos - que a gente não pode escolher um melhor que o outro-, dá sim pra saber qual é o SEU time. O meu é o TREZE! Ainda gosto Ceará e os outros times pertecem ao passado.
Um dia posso ter só um time, mas hoje não! Atualmente, a minha única certeza no futebol é: EU NUNCA VOU TORCER PARA CAMPINENSE CLUBE, arqui-rival do TREZE-PB.
Não existe isso de bairrismo, de obrigação, de torcer para o time do pai. Escolha seu(s) time(s) da maneira como você preferir, seja feliz e siga suas convicções. O que não pode é querer ir contra os seus princípios só pra "se dar bem" no final das rodadas.
P.s: Não existe ex-corno nem ex-viado, mas ex-torcedor EXISTE SIM!
sábado, 7 de maio de 2011
APELIDOS!

OBS: Esse carro NÃO é meu!
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Apelido ninguém escolhe!
Pois é! Eu também não escolhi. Na verdade, quem tenta escolher ou quem tenta se "desfazer" de um apelido, só se lasca. Digo isso porque o principal fato de um apelido "pegar" é o desgosto da "vítima". Comigo não foi diferente, já que eu nunca gostei dos apelidos (sim, no plural) que me deram e por isso mesmo hoje eu sou conhecido por alguns.
Dependendo do lugar onde eu estiver, muda o apelido. Ali do lado, no "Quem sou", tem os 4 apelidos mais usados atualmente, mas pelo que eu me lembre, o primeiro não foi nenhum daqueles, mas sim um que a minha mãe me chamava: "Mon Rala". Até onde eu sei isso significa "Meu Rafa", em Francês, mas eu não sei até onde isso é verdade. Eu ficava revoltado quando meu irmão me chamava assim, mas quando era a minha mãe, mesmo sem saber do significado, não tinha problema, afinal de contas, mãe é mãe...
Hoje em dia é dificil alguém me chamar assim. Depois desse, me chamaram de Rafael Azeitona só por causa do sobrenome Azevedo. Mas esse ai não durou nem um semestre. Chegando em Fortaleza, na minha sala de aula, 5 série do GEO, tinham dois Rafaeis, o DOURADO e eu. O Dourado sempre foi Dourado, e, por preguiça dos professores, eu "virei" Rafael Santos que rapidamente virou apenas SANTOS. Santos era no GEO, na aula, porque no basquete era SANTA. Foda! Mas, fazer o quê? Achar ruim? Claro! Achei e esse apelido durou um pouco mais, durou até o dia em que algum amigo meu do GEO estava lá em casa e ouviu meu irmão, embriagado (eu acho), me chamando de FAFITA. Não sei de onde ele tirou isso e nem ele sabe! So sei que LASCOU GERAL! Fafita "pegou" eu não suportava e isso só serviu pra eu arrastar esse codinome até os dias de hoje.
Esse é o mais usado, esse é o meu twitter @fafitta e assim vai. Me acostumei mesmo e a maioria da galera me conhece por esse apelido: Fafita. É feminino, é estranho, 90% dos que me conhecem, de início, querem me chamar de FafitO, alguns se negam a chamar FafitA, como era o caso do meu saudoso amigo Hermano Necro que so me chamava de FafitO. Mas é assim mesmo, chamem como quiserem.
Antes de terminar o post vou tentar explicar o tal do "Seu Adolfo". Seu Adolfo era um senhor "famoso", em Canoa Quebrada, por oferecer um bom café da manhã e fazer uma tapioca fenomenal. Eu nunca tive o prazer de provar esse café da manhã e nunca nem vi esse senhor. Pelo tempo (16 anos) eu acho que o verdadeiro Seu Adolfo não deve mais fazer suas tapiocas. O que importa é que um dia, num dos fins de semana que eu fui pra Canoa Quebrada com a minha mãe, eu estava descarregando o carro e tirei uma frigideira, dessas grandes, de dentro do carro pra levar pra dentro de casa e foi quando alguns amigos meus de Canoa viram a cena. Juntaram isso ao fato deu viver com algumas moedas no bolso (eram moedas do troco da merenda escolar) e pronto, "la vai o Seu Adolfo". O verdadeiro Seu Adolfo também andava com moedas no bolso (que devia ser dos trocos que passava), e também devia ser magro que nem eu. Pronto: SEU ADOLFO! Em Canoa Quebrada, mais precisamente na Vila do Estevão, todos me conhecem como SEU ADOLFO! Então é isso, do "Mon Rala", passando por Azeitona, Santos, Santa, Raffa, chegando em Fafita e SEU ADOLFO, sou a mesma pessoa! Chamando com respeito, a gente atende qualquer um! :D
p.s: Se alguém achar melhor que as postagens fiquem com uma fonte maior, basta dar um toque ai nos comentários!
OBSERVAÇÃO!
Faltam poucos minutos para o Dia das Mães, mais uma data "comercial", mas isso não vem ao caso. Como é Dia das Mães: PARABÉNS PRA MINHA MÃE!!! Parabéns pras outras mães também, mas a minha em primeiro lugar! hehehehehehr! heheheheheh
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